Quem investe em VRF costuma cuidar bem do equipamento. O que muita empresa não sabe é que, além do bom senso, existe obrigação legal: sistema de climatização em ambiente de uso público ou coletivo precisa de PMOC. E o VRF, por ser central e atender muitos ambientes, quase sempre se enquadra.
VRF também exige PMOC — sem exceção
A Lei 13.589/2018 não fala em tipo de equipamento. Ela fala em edifício de uso público e coletivo com climatização artificial. Se o seu VRF climatiza um escritório com colaboradores, uma clínica, um hotel, uma loja ou as áreas comuns de um condomínio, o plano é obrigatório — com inventário, cronograma, registros e ART do responsável técnico.
Se você ainda não conhece o instrumento, comece pelo guia completo do PMOC e por quem pode assinar o plano.
O que a manutenção de VRF tem de diferente
Um PMOC genérico, copiado de um prédio com splits, não serve para VRF. O sistema tem pontos próprios que precisam entrar no plano:
Carga de refrigerante e estanqueidade. A rede do VRF é longa e ramificada. Perda gradual de gás derruba o desempenho de forma silenciosa — o sistema segue ligado, entregando menos. Verificação de estanqueidade é item obrigatório no cronograma.
Juntas Refnet e distribuição. Se um ambiente do fim da linha está sempre menos confortável que os outros, o problema raramente é a evaporadora dele — costuma ser distribuição. Isso exige inspeção específica.
Comunicação e controle. VRF é uma rede: unidades internas conversam com a externa. Falha de comunicação, endereçamento perdido ou placa com defeito derrubam zonas inteiras. Um plano bem-feito prevê teste do sistema de controle, não só limpeza mecânica.
Drenos das unidades embutidas. Evaporadora de cassete ou duto fica no forro. Dreno entupido ali não faz poça no chão — faz mancha no gesso e mofo escondido. Inspeção de dreno é preventiva de verdade.
Condensadoras modulares. Sistemas maiores usam vários módulos externos trabalhando em conjunto. Um módulo degradado sobrecarrega os outros. Medição individual por módulo entra no relatório.
Periodicidade
A frequência sai do plano, não do achismo, e depende do porte e do uso. Em ambientes comerciais de uso intenso no clima do Nordeste — calor o ano inteiro e, no litoral, maresia — os intervalos tendem a ser mais curtos que a média nacional. Veja a periodicidade e o cronograma do PMOC.
Quem pode assinar e o que fica registrado
O PMOC de um VRF precisa de responsável técnico habilitado, com ART pelo CREA (ou TRT pelo CFT). Cada intervenção fica registrada: o que foi feito, quando, por quem, e o que foi encontrado. É esse histórico que a Vigilância Sanitária pede — e é ele que protege a empresa numa fiscalização.
Manutenção protege o investimento
VRF é sistema de ticket alto e vida longa. Com manutenção adequada, entrega mais de uma década de operação estável. Sem ela, o que se perde primeiro é a eficiência — justamente o motivo pelo qual você escolheu VRF. Entenda melhor a tecnologia em o que é o sistema VRF.
A Direct elabora e executa PMOC completo para sistemas VRF em João Pessoa, Campina Grande e Natal — do inventário aos laudos com ART. Conheça também nossa instalação de VRF e VRV.
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